Pestalozzi acreditava que o afeto tinha um papel importante na formação do educando e ressaltava que o ensino deveria levar as crianças a desenvolver as suas habilidades naturais e inatas. O educador comparava a ocupação de professor ao do jardineiro, já que devia proporcionar as melhores condições para que as plantas, assim como os estudantes, seguirem o seu desenvolvimento natural, pois o aprendizado seria conduzido pelo educando, através da experimentação prática e vivência intelectual, emocional e sensorial do conhecimento.
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Pestalozzi, um grande educador
Pestalozzi acreditava que o afeto tinha um papel importante na formação do educando e ressaltava que o ensino deveria levar as crianças a desenvolver as suas habilidades naturais e inatas. O educador comparava a ocupação de professor ao do jardineiro, já que devia proporcionar as melhores condições para que as plantas, assim como os estudantes, seguirem o seu desenvolvimento natural, pois o aprendizado seria conduzido pelo educando, através da experimentação prática e vivência intelectual, emocional e sensorial do conhecimento.
sábado, 6 de maio de 2017
Dia Nacional da Matemática - 06 de Maio
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Conhecendo os matemáticos: Maria Gaetana Agnesi
Sendo a casa paterna um ponto de encontro para os homens de cultura da cidade, Agnesi pôde tomar contacto com ramos do saber diversificados, entre os quais a Matemática. Com base nas discussões que pôde presenciar, escreveu e publicou, em 1738, um volume de ensaios dedicados às Ciências da Natureza e Filosofia, com o título, Propositiones Philosophicae.
Por natureza tímida e discreta, deixou de poder comparecer a estas tertúlias após a ocorrência da morte da sua mãe. Designada por seu pai para se encarregar das lides domésticas e providenciar cuidados aos seus irmãos, a quem ensinou Matemática, começou a escrever um manual, que foi desenvolvendo até chegar à forma de tratado.
Em reconhecimento do sucesso da obra, Maria Gaetana Agnesi foi eleita membro da Academia de Ciências de Bolonha, recebendo da universidade dessa cidade não só um diploma Honoris Causa como também um convite para aí lecionar. Aceitando o cargo, permaneceu na Universidade de Bolonha até à morte do seu pai, altura em que decidiu abandonar a Matemática por completo.
Mulher devota e religiosa, resolveu dedicar o resto da sua vida a cuidar de pobres e enfermos. Com a abertura do Pio Instituto Trivulzo, instituição de solidariedade social, Agnesi foi nomeada diretora, posição que ocupou até à data da sua morte, ocorrida em 1799. É considerada a primeira mulher matemática de que há registro.
domingo, 29 de maio de 2016
A importância de Cauchy para a Análise Matemática
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Euclides de Alexandria
1. Euclides, matemático de Alexandria – Disponível em: < http://www.e-biografias.net/euclides/ >.
2. Euclide e l'equazione di Φ – Disponível em: < http://iisalessandrini.it/progetti/numerophi/euclide.html >.
3. Euclides – Disponível em: < http://www.infoescola.com/biografias/euclides/ >.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
A invenção do Sinal de Igual (=)
A origem dos símbolos matemáticos se perde no tempo desde a antiguidade. Porém o sinal de igual (=) sabemos sobre a sua invenção.
O sinal de igual foi inventado, segundo Ian Stewart no seu livro “Incríveis Passatempos Matemáticos”, por Robert Recorde em 1557. Recorde foi um médico e matemático galês que escreveu nesse ano um livro no qual estava escrito: “A pedra de amolar o intelecto, que é a segunda parte de aritmética: contendo a extração das raízes; a prática cossike – indica a álgebra, pois os algebristas do Renascimento italiano se referiam ao desconhecido, o que atualmente chamamos de x –, com a regra da equação ; e os trabalhos dos números surdos – termo usado por algebristas italianos que significa raízes quadradas – .”
Robert Recorde escreveu em seu livro: “Para evitar a tediosa repetição dessas palavras ‘é igual a’, utilizarei, como faço frequentemente em meu trabalho, um par de retas paralelas, ou gêmeas de extensão um = , pois não pode haver .2. coisas mais iguais.”
Para Pesquisa:
1. Stewart, I. Incríveis passatempos matemáticos. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. p. 30.
2. Robert Recorde - Welsh mathematician de Mordechai Feingold em Enciclopédia Britannica. Disponível em: <http://www.britannica.com/biography/Robert-Recorde>
3. Robert Recorde – Biografia em University of St Andrews. Disponível em: <http://www-groups.dcs.st-and.ac.uk/~history/Biographies/Recorde.html>
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Georg Cantor e a Teoria dos Conjuntos
Georg Ferdinand Ludwig Philipp Cantor nasceu em São Petersburgo, Rússia, no dia 03 de março de 1845. Filho de um comerciante dinamarquês e de uma musicista russa, aos nove anos mudou-se com sua família para a Alemanha. Estudou no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique e concluiu seu doutorado na Universidade de Berlim em 1867.
Cantor ficou conhecido pela Teoria dos Conjuntos moderna, na qual seus estudos o permitiram elaborar o conceito de Número Transfinito, incluindo as classes numéricas dos cardinais e ordinais e estabelecendo a diferença entre estes dois conceitos. Teorias que abriram novas portas quanto ao que se refere a conjuntos infinitos.
O matemático Cantor também provou que os conjuntos infinitos não têm todos a mesma potência ("tamanho"), além de fazer a distinção entre conjuntos numeráveis (ou enumeráveis) (em inglês countable) e conjuntos contínuos (ou não-enumeráveis) (em inglês uncountable). Assim, provou que o conjunto dos números racionais Q é enumerável, enquanto que o conjunto dos números reais IR é contínuo. Dessa forma, provou que o conjunto IR é maior que o conjunto Q. A demonstração dessa teoria utilizou-se do argumento da diagonal de Cantor ou método diagonal.
O vídeo a seguir, através do link, mostra a teoria dos Infinitos de Cantor:
https://www.youtube.com/watch?v=f1Ak-6vMVpg
Nos últimos anos de vida estava tentando provar a "hipótese do contínuo", ou seja, que não existem conjuntos de potência intermédia entre os numeráveis e os contínuos, porém sem sucesso. Posteriormente em 1963, Paul Cohen demonstrou a indemonstrabilidade desta hipótese.
Durante o final de sua vida, Georg Cantor sofreu de depressão, o que acabou comprometendo sua capacidade de trabalhar, levando-o a ficar hospitalizado algumas vezes. Atualmente, a hipóse de sua doença seria provavelmente a de um transtorno bipolar (maníaco-depressivo).
A descoberta do Paradoxo de Russell o levando a um esgotamento nervoso do qual não conseguiu se recuperar. Dessa forma, começou estudar literatura e religião, desenvolvendo o conceito de Infinito Absoluto, que identificava a Deus. Durante a Primeira Guerra Mundial ficou na penúria e em 6 de janeiro de 1918, na cidade de Halle an der Saale, Alemanha faleceu em um hospital psiquiátrico.
Para Pesquisa:
1. Georg Cantor - Matemático alemão de origem russa, in UOL Educação. Disponível em: < http://educacao.uol.com.br/biografias/georg-cantor.jhtm >.
2. Georg Cantor e o álefe-zero: O homem que colocou o infinito no bolso, in Revista Superinteressante Online. Disponível em: < http://super.abril.com.br/comportamento/georg-cantor-e-o-alefe-zero-o-homem-que-colocou-o-infinito-no-bolso >.
3. A batalha filósofica de Georg Cantor para ampliar a fronteira da matemática, in Revista Galileu Online. Disponível em: < http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT638940-2680,00.html >.




